Quarta , 21 de Fevereiro de 2018
 
Coluna de Jorge Portugal
 

Leitura, amor e revoluo

Leitura, amor e revolução
Quando vejo algum intelectual empertigado (ou alguém que assim se acha) desancando o escritor Paulo Coelho e obras como Harry Potter e congêneres, fico me perguntando:quantos pessoas esse sujeito – ou sujeita – já incluiu no mundo da leitura?E mundo da leitura aqui não se confunde com mundo da “alta literatura”.É o simples ato de abrir um livro e passear, por um bom tempo, o olhar sobre a palavra escrita.Já ouvi relatos de muitos ex-alunos que começaram por Paulo Coelho e terminaram chegando, depois, a Clarice Lispector .Mas, antes de pegar um livro do que chamamos “sub-literatura”, essas pessoas simplesmente não gostavam de ler.É que intelectuais empertigados vivem no olimpo das academias e não costumam descer aos infernos da “cultura quase zero” de estudantes do ensino básico e do povo em geral...

Tudo isso para conversarmos sobre a sensação do momento, a novela “Amor e Revolução” do SBT.Ainda nem tinha me interessado pela atração quando soube que um grupo de militares havia pedido sua retirada do ar.Claro que aí meu interesse explodiu.

Passei a assistir ao folhetim e a me entusiasmar com o seu conteúdo. É uma mistura de “Romeu e Julieta” e crua narrativa sobre a ditadura militar.Narrativa que não mede palavras nem imagens.Estão lá dois oficiais da” linha dura” caçando e matando opositores; sessões de tortura nos porões do DOPS, com “pau-de-arara”, perseguição e banimento de quadros políticos que apoiavam o presidente Jango, enfim, uma história que sempre foi proibida ao povo brasileiro e agora contada na tela da TV.E uma TV popular, público C e D.Boa parte daquilo que ainda não foi relatado pela “Comissão da Verdade”, com sua instalação postergada por poderoso lobby, a TV aberta começa a contar.E a audiência cresce de semana para semana.

O elenco é bom? Nem todo.Muitos atores jovens chegam a ser sofríveis e a direção precisa melhorar em alguns aspectos.Mas “Amor e Revolução” é como o primeiro livro de Paulo Coelho que cai nas mãos de um não-leitor.Com esse primeiro contato ele pode tomar gosto e querer mais, muito mais.E a trilha sonora é o mel do melhor dos nossos maiores gênios musicais.

*Jorge Portugal
Educador e poeta.E-mail>secretaria@jorgeportugal.com.br
 
Leitura, amor e revolução
Quando vejo algum intelectual empertigado (ou alguém que assim se acha) desancando o escritor Paulo Coelho e obras como Harry Potter e congêneres, fico me perguntando:quantos pessoas esse sujeito – ou sujeita – já incluiu no mundo da leitura?E mundo da leitura aqui não se confunde com mundo da “alta literatura”.É o simples ato de abrir um livro e passear, por um bom tempo, o olhar sobre a palavra escrita.Já ouvi relatos de muitos ex-alunos que começaram por Paulo Coelho e terminaram chegando, depois, a Clarice Lispector .Mas, antes de pegar um livro do que chamamos “sub-literatura”, essas pessoas simplesmente não gostavam de ler.É que intelectuais empertigados vivem no olimpo das academias e não costumam descer aos infernos da “cultura quase zero” de estudantes do ensino básico e do povo em geral...

Tudo isso para conversarmos sobre a sensação do momento, a novela “Amor e Revolução” do SBT.Ainda nem tinha me interessado pela atração quando soube que um grupo de militares havia pedido sua retirada do ar.Claro que aí meu interesse explodiu.

Passei a assistir ao folhetim e a me entusiasmar com o seu conteúdo. É uma mistura de “Romeu e Julieta” e crua narrativa sobre a ditadura militar.Narrativa que não mede palavras nem imagens.Estão lá dois oficiais da” linha dura” caçando e matando opositores; sessões de tortura nos porões do DOPS, com “pau-de-arara”, perseguição e banimento de quadros políticos que apoiavam o presidente Jango, enfim, uma história que sempre foi proibida ao povo brasileiro e agora contada na tela da TV.E uma TV popular, público C e D.Boa parte daquilo que ainda não foi relatado pela “Comissão da Verdade”, com sua instalação postergada por poderoso lobby, a TV aberta começa a contar.E a audiência cresce de semana para semana.

O elenco é bom? Nem todo.Muitos atores jovens chegam a ser sofríveis e a direção precisa melhorar em alguns aspectos.Mas “Amor e Revolução” é como o primeiro livro de Paulo Coelho que cai nas mãos de um não-leitor.Com esse primeiro contato ele pode tomar gosto e querer mais, muito mais.E a trilha sonora é o mel do melhor dos nossos maiores gênios musicais.

*Jorge Portugal
Educador e poeta.E-mail>secretaria@jorgeportugal.com.br
 
Leitura, amor e revolução
Quando vejo algum intelectual empertigado (ou alguém que assim se acha) desancando o escritor Paulo Coelho e obras como Harry Potter e congêneres, fico me perguntando:quantos pessoas esse sujeito – ou sujeita – já incluiu no mundo da leitura?E mundo da leitura aqui não se confunde com mundo da “alta literatura”.É o simples ato de abrir um livro e passear, por um bom tempo, o olhar sobre a palavra escrita.Já ouvi relatos de muitos ex-alunos que começaram por Paulo Coelho e terminaram chegando, depois, a Clarice Lispector .Mas, antes de pegar um livro do que chamamos “sub-literatura”, essas pessoas simplesmente não gostavam de ler.É que intelectuais empertigados vivem no olimpo das academias e não costumam descer aos infernos da “cultura quase zero” de estudantes do ensino básico e do povo em geral...

Tudo isso para conversarmos sobre a sensação do momento, a novela “Amor e Revolução” do SBT.Ainda nem tinha me interessado pela atração quando soube que um grupo de militares havia pedido sua retirada do ar.Claro que aí meu interesse explodiu.

Passei a assistir ao folhetim e a me entusiasmar com o seu conteúdo. É uma mistura de “Romeu e Julieta” e crua narrativa sobre a ditadura militar.Narrativa que não mede palavras nem imagens.Estão lá dois oficiais da” linha dura” caçando e matando opositores; sessões de tortura nos porões do DOPS, com “pau-de-arara”, perseguição e banimento de quadros políticos que apoiavam o presidente Jango, enfim, uma história que sempre foi proibida ao povo brasileiro e agora contada na tela da TV.E uma TV popular, público C e D.Boa parte daquilo que ainda não foi relatado pela “Comissão da Verdade”, com sua instalação postergada por poderoso lobby, a TV aberta começa a contar.E a audiência cresce de semana para semana.

O elenco é bom? Nem todo.Muitos atores jovens chegam a ser sofríveis e a direção precisa melhorar em alguns aspectos.Mas “Amor e Revolução” é como o primeiro livro de Paulo Coelho que cai nas mãos de um não-leitor.Com esse primeiro contato ele pode tomar gosto e querer mais, muito mais.E a trilha sonora é o mel do melhor dos nossos maiores gênios musicais.

*Jorge Portugal
Educador e poeta.E-mail>secretaria@jorgeportugal.com.br
 
Leitura, amor e revolução
Quando vejo algum intelectual empertigado (ou alguém que assim se acha) desancando o escritor Paulo Coelho e obras como Harry Potter e congêneres, fico me perguntando:quantos pessoas esse sujeito – ou sujeita – já incluiu no mundo da leitura?E mundo da leitura aqui não se confunde com mundo da “alta literatura”.É o simples ato de abrir um livro e passear, por um bom tempo, o olhar sobre a palavra escrita.Já ouvi relatos de muitos ex-alunos que começaram por Paulo Coelho e terminaram chegando, depois, a Clarice Lispector .Mas, antes de pegar um livro do que chamamos “sub-literatura”, essas pessoas simplesmente não gostavam de ler.É que intelectuais empertigados vivem no olimpo das academias e não costumam descer aos infernos da “cultura quase zero” de estudantes do ensino básico e do povo em geral...

Tudo isso para conversarmos sobre a sensação do momento, a novela “Amor e Revolução” do SBT.Ainda nem tinha me interessado pela atração quando soube que um grupo de militares havia pedido sua retirada do ar.Claro que aí meu interesse explodiu.

Passei a assistir ao folhetim e a me entusiasmar com o seu conteúdo. É uma mistura de “Romeu e Julieta” e crua narrativa sobre a ditadura militar.Narrativa que não mede palavras nem imagens.Estão lá dois oficiais da” linha dura” caçando e matando opositores; sessões de tortura nos porões do DOPS, com “pau-de-arara”, perseguição e banimento de quadros políticos que apoiavam o presidente Jango, enfim, uma história que sempre foi proibida ao povo brasileiro e agora contada na tela da TV.E uma TV popular, público C e D.Boa parte daquilo que ainda não foi relatado pela “Comissão da Verdade”, com sua instalação postergada por poderoso lobby, a TV aberta começa a contar.E a audiência cresce de semana para semana.

O elenco é bom? Nem todo.Muitos atores jovens chegam a ser sofríveis e a direção precisa melhorar em alguns aspectos.Mas “Amor e Revolução” é como o primeiro livro de Paulo Coelho que cai nas mãos de um não-leitor.Com esse primeiro contato ele pode tomar gosto e querer mais, muito mais.E a trilha sonora é o mel do melhor dos nossos maiores gênios musicais.

*Jorge Portugal
Educador e poeta.E-mail>secretaria@jorgeportugal.com.br
 

Leitura, amor e revolução

Quando vejo algum intelectual empertigado (ou alguém que assim se acha) desancando o escritor Paulo Coelho e obras como Harry Potter e congêneres, fico me perguntando:quantos pessoas esse sujeito – ou sujeita – já incluiu no mundo da leitura?E mundo da leitura aqui não se confunde com mundo da “alta literatura”.É o simples ato de abrir um livro e passear, por um bom tempo, o olhar sobre a palavra escrita.Já ouvi relatos de muitos ex-alunos que começaram por Paulo Coelho e terminaram chegando, depois, a Clarice Lispector .Mas, antes de pegar um livro do que chamamos “sub-literatura”, essas pessoas simplesmente não gostavam de ler.É que intelectuais empertigados vivem no olimpo das academias e não costumam descer aos infernos da “cultura quase zero” de estudantes do ensino básico e do povo em geral...

Tudo isso para conversarmos sobre a sensação do momento, a novela “Amor e Revolução” do SBT.Ainda nem tinha me interessado pela atração quando soube que um grupo de militares havia pedido sua retirada do ar.Claro que aí meu interesse explodiu.

Passei a assistir ao folhetim e a me entusiasmar com o seu conteúdo. É uma mistura de “Romeu e Julieta” e crua narrativa sobre a ditadura militar.Narrativa que não mede palavras nem imagens.Estão lá dois oficiais da” linha dura” caçando e matando opositores; sessões de tortura nos porões do DOPS, com “pau-de-arara”, perseguição e banimento de quadros políticos que apoiavam o presidente Jango, enfim, uma história que sempre foi proibida ao povo brasileiro e agora contada na tela da TV.E uma TV popular, público C e D.Boa parte daquilo que ainda não foi relatado pela “Comissão da Verdade”, com sua instalação postergada por poderoso lobby, a TV aberta começa a contar.E a audiência cresce de semana para semana.

O elenco é bom? Nem todo.Muitos atores jovens chegam a ser sofríveis e a direção precisa melhorar em alguns aspectos.Mas “Amor e Revolução” é como o primeiro livro de Paulo Coelho que cai nas mãos de um não-leitor.Com esse primeiro contato ele pode tomar gosto e querer mais, muito mais.E a trilha sonora é o mel do melhor dos nossos maiores gênios musicais.

*Jorge Portugal
Educador e poeta.E-mail>secretaria@jorgeportugal.com.br

Publicado em 16/05/2011 ás 16:57

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