Quinta , 23 de Novembro de 2017
 
Bahia
Publicada em 18 de Março de 2017 ás 13:52:50

FBF: Entidade é a 5ª que mais arrecada no Brasil

Foto Reprodução

Se está em queda livre há anos no ranking técnico das federações estaduais, a FBF é a 5ª em arrecadação das 27 entidades que comandam o futebol nos Estados.

Quando Ednaldo Rodrigues assumiu o comando da Federação Bahiana de Futebol, em 2002, a entidade era a 6ª ranking técnico da CBF - Confederação Brasileira de Futebol -, cujos critérios incluem presença de público nos estádios, participação dos clubes nas competições nacionais e outros itens.

De lá para cá, a FBF perdeu espaço para Estados potencialmente menores e está na 9ª colocação.

A FBF está hoje atrás das federações de Santa Catarina – 5ª com 35.720 pontos, do Paraná – 6ª com 30.373, Pernambuco – 7ª 23.489, e Goiás – 8ª com 19.926. A FBF amarga a colocação com 17.323 pontos. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul ocupam da 1ª a 4ª posição, respectivamente.

Receita anual

Apesar dessa vertiginosa queda técnica, a FBF ocupa a 5ª colocação quando o assunto é a receita.

No último balanço divulgado no site da CBF, de 2015, a arrecadação da federação que cuida do futebol profissional na Bahia foi de R$ 6.702.000,00 (seis milhões, setecentos e dois mil reais) – R$ 558.500,00 (quinhentos e cinquenta e oito mil e quinhentos reais por mês) contra R$ 4.776.000,00 de Santa Catarina, R$ 4.606.000,00 do Paraná, R$ 6.105.000,00 de Pernambuco e R$ 3.703.000,00 de Goiás, todas à frente da FBF no ranking técnico.

Aliado a isso, a FBF tem proporcionalmente as maiores taxas de registro, transferências e serviços que presta aos clubes.

Segundo apurado pela redação, da cota da TV pela transmissão do Campeonato Baiano – R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), a FBF fica com R$ 300 mil, enquanto Bahia e Vitória recebem cada um R$ 850 mil  e os outros 9 clubes da 1ª Divisão recebem cada um R$ 111.111,00 (cento e onze mil, centro e onze reais). Ou seja, a FBF recebe 3 vezes mais que cada um dos clubes.

As despesas com os jogos – quadro móvel, arbitragem, segurança, seguro, lanche, etc. – são pagas com a renda dos estádios. A federação não paga nada e ainda tem 5% do valor bruto da arrecadação em cada partida.

Obs.: Colaborou com a reportagem – Haroldo Matos.

Folha do Reconcavo

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